Estou eu aqui, olhando para carreiras e glórias . Acho tão estúpido. Ao mesmo tempo, ouvindo “trem do pantanal” e lembrando da sensação boa de estar num lugar de tantas tradições e com um verde tão vivo, que se destaca ao contrastar com a imagem do cerrado que me cerca.
Mas o que me alegra é saber que aqui existem sementes e frutos multiplicadores. E brotos que me deixam com uma energia imensa que propulsiona qualquer atividade. É como se regasse meu próprio broto, fazendo crescer cada vez mais.
Queria mesmo é que as arvores frondosas daqui fossem todas pra lá. Deixando os galhos secos que se descobririam incompatíveis com o planeta. Ou que os de lá viessem para cá, trazendo toda a vibração mais linda. Ou então, vindo para uma situação mais passível de ser alcançada, que as poucas sementes que existam aqui transbordem dentre os galhos secos e contorcidos, mimetizando seus valores e instintos e sobrepujando quaisquer sensações não desejadas, que possam causar ou interferir nas arvores frondosas e frutíferas
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